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Homem é investigado por oferecer dinheiro a estagiário do INSS em troca de dados sigilosos em MG

28/10/2026

Homem é investigado por oferecer dinheiro a estagiário do INSS em troca de dados sigilosos em MG

Um homem de Belo Horizonte é investigado por oferecer dinheiro a um estagiário do INSS em troca de dados sigilosos.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Aliciamento Espúrio na terça-feira (27). Foram cumpridos 2 mandados de busca e apreensão.

Segundo a corporação, o estagiário é considerado servidor público para fins penais. O suspeito pode responder por corrupção ativa.

A PF recolheu celulares e documentos na ação. Não se sabe se houve repasse de dados ou se há outros investigados.

Um homem de Belo Horizonte é investigado pela Polícia Federal (PF) por suspeita de oferecer dinheiro a um estagiário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em troca de informações sigilosas dos sistemas do órgão. O caso é investigado como possível crime de corrupção ativa.

Na terça-feira (27), a PF deflagrou a Operação Aliciamento Espúrio, em parceria com a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social, do Ministério da Previdência Social, para combater o vazamento de informações restritas do instituto.

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Durante a ação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte e Contagem, na Região Metropolitana da capital mineira. Os agentes recolheram documentos e aparelhos celulares, que poderão auxiliar no andamento das investigações.

Segundo a Polícia Federal, o suspeito teria tentado aliciar um estagiário do INSS, oferecendo uma quantia em dinheiro para que ele fornecesse dados sigilosos armazenados nos sistemas da instituição.

Ainda de acordo com a PF, embora não ocupe um cargo efetivo, o estagiário é considerado servidor público para fins penais, conforme previsto na legislação brasileira.

A operação teve como objetivo reunir provas sobre a tentativa de obtenção irregular das informações e identificar possíveis irregularidades relacionadas ao acesso aos sistemas do INSS.

O homem poderá responder pelo crime de corrupção ativa, que consiste em oferecer ou prometer vantagem indevida a um funcionário público para influenciar o exercício de suas funções. A pena prevista é de dois a 12 anos de prisão, além de multa.

A Polícia Federal não informou se houve efetivamente o repasse de dados sigilosos ou se outras pessoas estão sendo investigadas.

Ao g1, o INSS disse não comentar investigação em curso.

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